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Fim do imposto sindical obrigatório na nova CLT

A reforma da CLT vai apenas colocar uma piscina na casa velha, mas, um ponto é brilhante : O fim do imposto sindical obrigatório para os trabalhadores de carteira assinada do Brasil.

Segundo noticiou o jornal O Globo (25/04/2017), o relator da proposta de alteração da CLT – Rogério Marinho (PSDB-RN) – avisou que no tocante ao imposto sindical  não vai ceder um milímetro. E provavelmente essa medida será a mais importante de todas na reforma.

O fim da CLT é importantíssimo para o crescimento do Brasil, pois, a atual legislação distribui tantos “direitos trabalhistas” que o efeito de toda essa benevolência é um salário tão baixo que permite ao assalariado comprar apenas uma única calcinha fio dental, como a da foto acima, por mês.

Apesar dessa reforma manter  as principais questões que atrasam a vida do trabalhador como : Salário mínimo (veja depois esse video), FGTS, INSS e outros itens; ela corta o mal pela raiz, que é a fonte de financiamento dos sindicatos que querem apenas ganhar dinheiro sobre as empresas e trabalhadores, e para isso, precisam que as duas partes vivam em permanente pé de guerra. Toda essa grana, estamos falando em bilhões por ano, é usada para fazer lavagem cerebral coletiva e manter todo o sistema preso nesse ciclo vicioso.

Para um país que cria 250 novos sindicatos por dia e possui até o Sindicato dos trabalhadores de Sindicatos, o fim do financiamento para essas máquinas de ganhar dinheiro do assalariado será cortada e com isso a maioria vai murchar e sumir do mapa, ficando apenas os sindicatos sérios e comprometidos.

E com o fim desse caos de entidades mais espaço será aberto para se ter uma reforma trabalhista de verdade, leia aqui a nossa proposta, que permita que o trabalhador negocie livremente com a empresa, e o seu salário seja protegido desse monte de impostos como o INSS, FGTS, IR e etc.

E é preciso reforçar que esse assunto de “direitos trabalhistas” é uma ilusão, pois, na verdade apenas 46% da força de trabalho possui carteira assinada, enquanto 54% não possui nenhum direito.

56% dos trabalhadores não possuem direito trabalhista nenhum, pois, estão na informalidade

E esse quadro de falta de proteção ao trabalhador existe desde que a CLT foi criada na década de quarenta e o mesmo permanece inalterado desde então, a CLT é um cliube restrito a uma minoria de pessoas. Se colocarmos nessa conta que 45 milhões de brasileiros recebem bolsa família e estão fora dessa estatística, o número de protegidos pela CLT é mínimo. E sobre as empresas privadas do Brasil cai o enorme peso de sustentar os trabalhador com carteira assinada, os beneficiários do Bolsa Família e mais toda a máquina do governo, ou seja, é um fardo enorme para pouca recompensa.

Como a causa e efeito é uma lei inevitável, isso resulta em mais impostos e menos lucros para o empreendedor, logo, menos gente abre empresas e com menos empresas menos empregos são gerados e o desemprego dispara, como é a realidade atual do Brasil.

trabalhadores no japão e o fim do imposto sindical

O Japão é um país onde a mentalidade do povo é coletivista ao contrário do brasileiro que é individualista – Foto por ignat.gorazd

O interessante é que em países onde as pessoas pensam umas nas outras a idéia seria: “Vamos repartir o pouco igualmente para todos”, no Brasil o pensamento é: “Primeiro eu, os outros que se virem”. E esse pensamento é totalmente alimentado pelos sindicatos que sobrevivem apenas com a desavença. Na nossa proposta de CLT os sindicatos ganhariam somente com a harmonia e não mais com a discórdia, pois, as empresas poderiam pagar ao sindicato homologações anuais e a partir dessa homologação qualquer ação na justiça do trabalho se tornaria automaticamente nula, o que gera muito mais segurança ao empreendedor. E segurança ao empreendedor significa que mais gente empreende e mais gente contrata. Se mais gente contrata menos gente fica desempregada e com isso o salário dispara, como aconteceu em 2012.

Alternativa ao imposto sindical

Com o enfoque acima, o sindicato torceria para a empresa contratar mais e homologar mais, e não por greves e demissões como é hoje. E tudo isso sem depender do imposto sindical.

É por isso que apesar de todas as limitações dessa reforma da CLT de 2017, até porque algumas delas somente através de Emeda a Constituição, o fim do imposto sindical é um farol enorme no fim do túnel. E no futuro, sem essa CLT danosa, a menina da foto acima vai ter um salário que lhe permita comprar algo mais do que uma única calcinha fio dental.

Para baixar um Wallpaper da menina da foto acima para o seu celular clique nesse link, para baixar para o seu desktop clique nesse link.

 

Alexandre do Nascimento
[email protected]

Palmetal é a empresa fabricante dos móveis em aço inoxidável Alezzia. A empresa foi fundada em 1990 e é a primeira a vender esse tipo de produto diretamente ao consumidor.

5 Comentários
  • Rennão with Stories
    Postado em 10:00h, 26 abril

    Vocês praticamente desistiram de vender moveis e agora empolgaram com a ideia de de uma agenda que sempre tentar “ofender” os SJW idiotas sensíveis e postar textos de “direita”.

    Foda que a razão que eles tinham por conta da mina lá esculhambar eles, acabaram perdendo com essa coisa toda que veio depois.

    E ainda escrevem essas falácias sobre pra que servem os sindicatos e a CLT como se realmente entendessem do assunto, desinformando a galera criando no blog da empresa uma Carta Capital reversa, simplesmente lamentável.

  • Déco
    Postado em 19:37h, 26 abril

    Sério mesmo esse pensamento? A garantia de direitos trabalhistas é a causa do baixo salário, representado por um fio dental?

    Penso exatamente o contrário: uma empresa preocupada com a qualidade de vida de seus colaboradores paga um salário decente, de preferência acima do piso da categoria (que como o nome já diz, é o piso, o mínimo).

    O fim do imposto sindical, sem uma reforma do modelo sindical brasileiro, vai representar simplesmente a ausência de uma parte que possa defender os interesses dos trabalhadores, em uma negociação coletiva, em pé de igualdade com os empresários.

    Acabar com os sindicatos e colocar para negociar livremente, inclusive contra o mínimo de direitos garantido em lei, o trabalhador que aceita qualquer condição para garantir sua subsistência e a empresa que tem à sua disposição mais de 12 milhões de desempregados, é absolutamente vergonhoso.

    Eu, ao contrário de vocês da PALMETAL, estou muito triste com a aprovação da reforma trabalhista.

  • Jonathan
    Postado em 09:37h, 27 abril

    Concordo! A reforma ajuda sim, mas não da maneira que está aprovada… Com algumas pequenas mudanças, que deveriam ser estudadas por trabalhadores e por empresários essa reforma faria um bem danado pra nossa economia. Porém, o problema é o pessoal que não vê isso, que quer receber bolsa mortadela pro resto da vida, ganhando mil reais e pegando os olhos da cara numa caixa de leite.

    O amigo acima disse que uma empresa que se preze deve fornecer ótimas condições e um salário acima do piso. COMO? Se no nosso país a taxa de impostos paga por um funcionários é altíssima. Acredito que não deve estar acompanhando a crise político-econômica que estamos vivendo.

    E vocês apontaram corretamente, fim desses milhares de sindicatos vai ajudar MUITO!

    Vamos nos informar pessoal, nada é tão bom ou tão ruim quanto parece. Além do mais, na situação que o nosso país chegou por causa dos bandidos, não há outra forma de melhorar se não reformando.

    Abraço aos amigos.

  • Ines Ogando
    Postado em 22:29h, 27 abril

    Esta avaliação é rasa, temos sim que ter uma reforma trabalhista mas que não tire direitos dos trabalhadores e não esta que só prejudica os trabalhadores, deixar o trabalhador fazer negociação individual ao invés de coletiva não é justa, pois muitas empresas nem autorizam a entrada do sindicato para assim conversar com os trabalhadores, são poucos os sindicatos que tem acesso (depois de muita luta conseguiram)imagine um trabalhador negociar isto não existe e só ver a historia, e ai vem os patrões decidir o que é melhor para o trabalhador ( pois nosso congresso e senado estão representados por 80% de empresários ou pessoas financiadas por ele e é logico que eles defenderão o patrão.. Não é verdade que é a CLT o atraso do Brasil, pois temos exemplos que não é isso, a CLT ela coloca regras na contratação, onde o patrão é a parte mais forte, sendo assim o trabalhador fica de uma certa forma protegido dos maus patrões. Quer reforma senta com os sindicatos (pois os sindicatos não é feito de vagabundos como muitos pensam) tem pessoas muito capacitadas e estudiosos do assunto que pode fazer o debate de uma forma democrática.
    Onde a empresa diz; “Ver o Brasil o PIB no. 1 do mundo”, também é meu sonho e de toda sociedade, mas não existe avanço num país sem o avanço de seu povo. Não só a reforma trabalhista mas também outras reformas que precisamos como a reforma politica, reforma tributaria, reforma da educação, reforma das comunicações, reforma do judiciário, reforma sindical, em fim todas devem ser debatida com a sociedade e não numa representação caótica com temos no momento. O empresário precisa do trabalhador e o trabalhador precisa do patrão respeito é o mínimo que se exige desta relação e não os donos do dinheiro tirar a dignidade do trabalhador. Isto que trabalhador negociar é balela de gente mal intencionada.
    Outro comentário: usar o corpo da mulher pra chamar atenção do leitor é no mínimo ridículo e atrasado, machismo está fora de moda….também temos de avançar neste ponto, concorda????
    Temos muito à fazer pelo Brasil e com certeza não é tornar seu povo mais miserável, talvez se estivéssemos discutindo a entrega de nossas riquezas para os gringos com está sendo feito com NOSSO pre-sal que estava destinado uma boa parte pra investimento em educação e assim formando cidadão com capacidade de negociar. O debate sempre enriquece.

  • Eduardo Alves
    Postado em 16:02h, 22 maio

    Tem que acabar com a CLT o mais rápido possível e facilitar o máximo a criação de empresas. Além de que a redução dos impostos é fundamental pra economia. Mas vale pensar, fazer mudanças pra beneficiar o povo brasileiro? O que o brasileiro tem feito pra merecer algo bom? O que não falta é brasileiro defendendo regulamentação, pois nem ele e nem a sua empresa se garantem num mercado competitivo. Para o brasileiro é fundamental a regulamentos (proteção estatal). Brasileiro não pode reclamar do Lula, Temer, Collor, FHC, pois eles representam quem votou neles, e viva a pirataria e o trabalho informal. O país não muda se o povo não mudar e não duvidem que as coisas vão piorar, porque elas vão. Povo merece o governo que tem..

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