carmem miranda e os artistas ricos

Porque no Brasil somente artistas ficam ricos?

Carmem Miranda morreu em 1955 e de lá para cá nenhum artista brasileiro foi capaz de nos tirar da irrelevância global de forma consistente.

OK que Elis Regina chegou a fazer alguns shows memoráveis na França e Michel Teló, mais na sorte do que por qualquer outra coisa, emplacou um hit global.

Tirando isso os artistas brasileiros que tocam lá fora o fazem quase que exclusivamente para um gueto verde e amarelo que está com saudade de casa.

Houve um incidente desse quando Ed Motta, que tentou sem sucesso ter relevância internacional, fez um show que encheu de brasileiros.

Ele avisou claramente que o evento não era para matar saudades de casa, mas, o povo pediu Manuel, etc., e ai rolou stress e o Ed Motta foi sapecado pela opinião pública.

Voltando a Anitta… Independente de você gostar ou não gostar dela é um fato que ela está começando a ganhar projeção internacional.

Dois sinais muito fortes foram o video que a Britney Spears divulgou com a nova série de malhação e para a surpresa geral a música ao fundo era da Anitta.

Além disso ninguém menos do que o DJ número 1 do mundo, Calvin Harris, curtiu uma foto no Instagram da Anitta.

Calvin Harris que nós listamos há algum tempo atrás como sendo um dos 10 maiores músicos vivos.

Para nós é um orgulho que alguém da Tunipicópolis vai sair da irrelevância internacional.

Vamos ser sinceros com nós mesmos. Não fosse pela floresta Amazônica, o futebol, o Cristo Redentor e quem sabe o samba nós seríamos completamente ignorados pelo mundo civilizado.

OK… Temos os escândalos de corrupção, mas, não é nenhum orgulho.

Outras pessoas poderiam ter tido uma carreira internacional como uma Ivete ou uma Joelma da vida, mas, aparentemente não foi a escolha delas.

Somente artistas ficam ricos graças ao socialismo

A razão disso tudo, no nosso ponto de vista, é mais uma vez o socialismo ao qual nós estamos afundados.

O socialismo é uma ideologia que ressona muito bem com os invejosos porque ela é baseada nesse sentimento.

Tanto que a grande maioria dos socialistas se preocupam muito com IGUALDADE e basicamente nada com o bem estar da base da pirâmide.

Para um socialista padrão, ter um pais todo pobre com dirigentes milionários é tranquilo. O que é intolerável é ter um pais com uma parte pobre e uma parte rica porque lucrou em algum negócio honesto baseado em trocas voluntárias.

Esse cidadão de sucesso que visou lucro é um criminoso e precisa ser tragado de qualquer forma para a base da pirâmide mesmo que isso signifique desempregar milhares de pessoas.

A inveja é indiferente as consequências dos seus atos.

Voltando aos artistas…

Como o socialismo é uma ideologia de pobreza é sem sentido para alguém ter uma carreira internacional fulgurante uma vez que essa pessoa estará empreendendo por conta própria e não por alguma estatal da vida.

Esse conceito de socialismo-igualdade-pobreza é muito visível na quantidade de órgãos fiscalizadores de empresas que se multiplicaram em todo o Brasil sendo o judiciário o braço ideológico que emite as ordens de roubo de dinheiro na conta das empresas o que as torna refém do sistema.

Dentro desse sistema corrupto onde nada escapa, as poucas coisas que possuem algum refresco são os artistas e os jogadores de futebol.

O primeiro porque o socialismo é ligado as artes e o segundo porque os ideólogos sociais descobriam que futebol é uma forma excelente de gerenciar o gado.

Esse refresco que o socialismo confere a música e ao futebol explica porque no Brasil você tem um Alok, um Safadão e um Luan Santana andando de jatinho particular enquanto que um empresário do ramo industrial não consegue pagar nem o leasing do Gol mil.

De forma alguma estamos falando que é errado o Safadão andar de jato particular, por nós ele andaria com um Gulfstream G650.

A questão é o sistema impedir que as pessoas que produzem riquezas materiais como: comida, eletrônicos, móveis, roupas, casas, etc. de terem as mesmas chances.

E como o sistema permite isso?

A mágica toda acontece principalmente porque a mídia ainda é um grande monopólio que o governo federal, pressionado pelo lobby, faz questão de manter intocado.

Quando algum artista desse começa a se destacar e recebe uma projeção midiática dessas o preço do ingresso do seu show fura o teto.

Em algumas situações sai mais barato ver o show do Radiohead do que o da dupla Henrique & Diego.

Para manter uma banda dessas você tem uma equipe relativamente reduzida quando se compara a uma indústria ou comércio tradicional. Com 20 ou 30 pessoas você já monta a banda com uma estrutura completa.

Com 30 pessoas você não consegue abrir um restaurante de médio porte.

Ou seja… O artista, com todo o mérito, da uma facada no ingresso, paga uma merreca ao músico e embolsa uma bolada.

Vamos repetir novamente… Eles estão corretos! Se nós pudéssemos faríamos a mesma coisa.

Só que não podemos, pois, estamos no mundo do socialismo.

E aqui quanto mais você emprega maior será o tamanho da sua pena pelo crime de empregar.

Uma empresa do mundo real não vai ganhar mídia espontânea na novela das 8 e por isso vai ter que vender o que quer que seja por um lucro bem limitado.

E com isso a vida do empreendedor comum brasileiro é, se der sorte, trocar seis por meia dúzia e viver trabalhando de graça ou tirando o mínimo para a subsistência.

Já tivemos a oportunidade de perguntar a empresários bem sucedidos se eles teriam o mesmo sucesso caso começassem hoje. A resposta é sempre a mesma: Não!

Todos são unanimes em dizer que naquela época era possível crescer e que hoje o Estado inviabilizou tudo.

Com isso o Estado preferiu não criar formas de destruir o circo dos artistas, até para poder engabelar o povo, mas, já o empresário “malvado” que não faz show gritando Tira o pé do chãããããããooooo e não tem nenhuma fã page com 500mil seguidores é fritado sem piedade.

Agora estamos aguardando a gravação de Britney e Anitta com a produção do Calvin Harris. Carmem Miranda vai até dar uma balançada no túmulo.

Alezzia
[email protected]

Indústria de móveis de aço inox com sede no Rio de Janeiro

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