Terremoto no Japão

O terremoto, seguido por um tsunami, que arrasou o nordeste do Japão na semana passada, continua sendo um pesadelo para o país e para o mundo. Cerca de 4 mil pessoas morreram no desastre e mais de 8 mil ainda estão desaparecidas.

E para completar a catástrofe, a população japonesa teme danos causados pelos reatores nucleares, na usina de Fukushina.

A situação no país asiático não é nada boa e, com certeza, a crise econômica vai intensificar os efeitos da tragédia. E não será apenas o Japão que sofrerá as consequencias desse pesadelo. Mesmo sem saber ao certo o que irá ocorrer, sabe-se que o mundo todo pagará pelo desastre natural.

E no Brasil não será diferente. Na verdade, em menos de uma semana após o terremoto, já é possível perceber os prejuízos por aqui. A Petrobras, por exemplo, interrompeu parte das atividades em escritório em Tóquio, transferindo alguns funcionários para uma ilha próxima. Já a Vale optou por deixar seus colaboradores trabalhando de casa.

Porém, por outro lado, apesar da lamentável situação que o país se encontra, especialista têm afirmado que o Brasil vai ganhar mais do que perder com a situação. Segundo o Ministro do Trabalho e Emprego Carlos Lupi, haverá um aumento da demanda no Japão por certos produtos para a reconstrução, o que aumentará a exportação brasileira, como minérios, cimentos e alimentos, por exemplo.

Aline Campista
alinecampista@ig.com.br
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